That Shakespeare.
Somos todos atores. Sim, todos nós, atores.
Não no sentido de agir com falsidade, o que acontece em algumas ocasiões. Mas tomamos testes na vida de cada um que nós cruzamos, e, depois de uma avaliação, somos e/ou seremos aceitos ou não. Na maioria das vezes aceitos. Nem que sejamos vilões, ou concorrentes, temos algum papel. Podemos parecer heróis, mas no final aquele que apunhala pelas costas… Podemos ser apenas aquele amigo do protagonista, que mesmo não sendo o foco, é o favorito de alguns…
Enfim, assumimos qualquer papel, a qualquer hora, qualquer instante. Fazemos todos eles ao mesmo tempo, porque diferentes vidas que entramos, exigem diferentes papéis, diferentes posições. Seja antagonista, seja herói, o que realmente queremos e almejamos, é o protagonismo. O protagonismo na vida de outra pessoa. O papel que é permanente. O que te define profissionalmente. O potencial pra esse protagonismo, temos ele várias vezes. Só que não são os atores que escolhem aonde vão atuar… São as outras pessoas que vão te julgar. Te julgar pela sua aparência, talvez. Te julgar pelo que você aparenta ser. Chegar a pelo menos saber aquilo que você realmente é? Raramente. Agora, te julgar por aquilo que você é? Quase nunca.
Por isso, lembre-se de agir e/ou atuar de acordo com aquilo que você quer ser na vida das outras pessoas.
Mas, ao mesmo tempo, somos os escritores de nossa própria peça. Temos o direito de escolher os papéis dos outros em nossa vida. Julgaremos os outros também, e acolheremos estes para o nosso grande espetáculo. E cada papel, tem seu tempo. Tem seu momento. Não podemos deixar ninguém como substituto…
E no final, só escrevo essa porcaria toda pra deixar as pessoas conscientes de que, o substituto em espera, depois de um tempo, pode não estar interessado no papel que você tem a oferecer. Fikdik.
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