A Song of Life and Love

"Um blog bem estranho que voce acabou de acessar."

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Então… É cedo. Bem cedo. Cedo demais pro meu gosto… Deveria estar dormindo, ou na cama, pelo menos, por que o sono vir, já é outra coisa. Não que eu me importe muito, mas…

É, hoje não está tão ruim quanto eu pensei… Mas também não está nada bom. O ruim é a certeza de que tudo estaria melhor, de que tudo estaria mais feliz. O meu presente seria ver a sua felicidade.

E isso despertou, quando eu passei perto de lá. Por pelo menos 10 segundos, essa coisa começou a bater num ritmo irregular. E depois quando surgiu a possibilidade de ver alguém que me relembrasse o semblante, por mais 10 ou 20 segundos.

Do nada, eu resolvo mudar a música, escutar um progressive metal, que me faz sorrir, de um jeito meio nervoso, de um jeito meio determinado a fazer não sei o que diabos. Por isso, valeu, Dream Theater.

Mas será que eu ia ganhar esse presente mesmo? Não, não. Ia ganhar no máximo uma encenação… Que por trás da cortina estaria estampado “Não é real, não adianta tentar”.

Maldita mania de fazer da felicidade dos outros, a minha.

Pensando bem agora, não ganhei a sua felicidade. É, a sua vai ir pra outras pessoas, que talvez mereçam, talvez não… Eu ganhei outras felicidades. Não muitas outras, mas pelo menos duas ou três. Acordar com uma e ir dormir com outra… Já é o suficiente. Até que uma dessas se torne um pouco mais frequente, e presente como foi a passada.

Se fosse assim, tudo bem. Mas algo que se faz presente as vezes, mesmo eu sabendo o quanto errado é pensar assim, é a possibilidade de tudo acabar de novo. Eu sei que vai acabar de novo. Não queria que acabasse e tivesse que recomeçar tudo de novo. Várias e várias vezes. Até pelo menos alguma se fixar.

E de novo, pra isso acontecer, leva tempo. Se da primeira vez já esgotaram a minha paciência(que não era nada pequena), o que vai ser das outras?

Mas que merda, não? Mas não fode. Simplifica isso aí.

Eu sou complicado, e gosto de complicar as vezes, porque as vezes, o simples é ridículo, de tão simples que é.

Okay, qual é a parte do simples agora? A minha felicidade. Comparado com o resto dessa curta vida, isso foi o que mais me trouxe felicidade. Se foi assim, o esquema é tentar de novo, e de novo.

E sempre que estiver alguma coisa errada, vir aqui e escrever toda essa porcaria.

A idéia de acabar com essa porcaria, também veio na minha cabeça, por causa da história de fazer os outros felizes. Eu não ficaria tão feliz lendo essa budega. Lógico, eu continuo sendo palhaço, e o pouco do palhaço aparece nos textos. Mas, será isso o suficiente?

Querendo ou não, é bom pra fugir. Ou pra voltar pra merda. Sei lá.

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